Technical Due Diligence · M&A

Antes do deal, conheça o risco técnico.

Uma leitura independente da tecnologia por trás do ativo — traduzida em risco, impacto financeiro e prioridade de decisão.

SINAL DA DECISÃO
A pergunta

“A tecnologia sustenta o negócio que estou comprando?”

EVIDÊNCIA DECISÃO
Fundos Venture Capital Search Funds Family Offices Holdings Compradores estratégicos
01 / O RISCO INVISÍVEL

O código pode funcionar. O ativo ainda pode ser um risco.

Uma demonstração bem executada não revela uma arquitetura frágil, uma licença indevida, um fundador insubstituível ou uma infraestrutura prestes a multiplicar o custo.

A Piego investiga o sistema inteiro e separa limitação corrigível de risco estrutural. O resultado não é uma coleção de opiniões técnicas: é uma base de evidências para negociar, precificar, proteger o contrato e planejar os primeiros 100 dias.

01

O que pode reduzir o valor do ativo?

02

Onde existe passivo técnico ou jurídico?

03

Quanto custará sustentar e escalar?

04

O time consegue continuar depois do fechamento?

02 / ESCOPO DA ANÁLISE

De cada linha de código à capacidade de integração.

A profundidade acompanha a tese da transação. Investigamos o que pode comprometer continuidade, crescimento, segurança, propriedade e retorno.

01

Código e qualidade

Estrutura, padrões, testes, dívida técnica, complexidade e mantenibilidade.

CODE
02

Arquitetura

Acoplamento, decisões estruturais, integrações, dados e limites de evolução.

ARCH
03

Infraestrutura e operação

Ambientes, cloud, observabilidade, disponibilidade, backup e custo recorrente.

OPS
04

Segurança e privacidade

Controles, vulnerabilidades, dados sensíveis, acessos e exposição operacional.

SEC
05

Propriedade intelectual

Autoria, contratos, dependências, open source e direito de uso do ativo.

IP
06

Pessoas e conhecimento

Capacidade do time, dependência de indivíduos, documentação e sucessão.

TEAM
07

Escala e performance

Gargalos, resiliência, crescimento projetado e custo para suportá-lo.

SCALE
08

Economia da tecnologia

Custo de manutenção, exposição a fornecedores e cenários de reescrita.

COST
09

Integração pós-aquisição

Compatibilidade, migração, governança e prioridades para os primeiros 100 dias.

PMI
03 / COMO INVESTIGAMOS

Rigor técnico no ritmo da transação.

  1. 01

    ALINHAMENTO

    Tese e materialidade

    Entendemos a lógica do deal, o estágio da negociação e quais riscos podem alterar preço, termos ou decisão.

  2. 02

    ACESSO CONTROLADO

    Evidências, não apresentações

    Repositórios, cloud, processos, documentação, contratos técnicos e conversas com pessoas-chave.

  3. 03

    INVESTIGAÇÃO

    Hipóteses testadas

    Cruzamos código, arquitetura, operação e pessoas para validar causas, dependências e impacto provável.

  4. 04

    SÍNTESE

    Decisão executiva

    Transformamos achados em severidade, impacto, custo, recomendação e plano de ação — com sessão de leitura para o deal team.

Confidencialidade por desenho. Acesso mínimo necessário, rastreabilidade e adaptação à estrutura do data room e aos compromissos da transação.

04 / O ENTREGÁVEL

Uma resposta que cabe na mesa de investimento.

Claro para quem decide. Profundo para quem executa.

Crítico Material Monitorar
PIEGO / TDDCONFIDENTIAL
PARECER EXECUTIVO Decisão informada.
RISCO GERALCONDICIONADO
01Achado → impacto no deal 02Risco → evidência → recomendação 03Custo provável → horizonte 04Plano de 100 dias
01 / 05
01

Sumário executivo

O que muda a decisão, em linguagem de negócio.

02

Mapa de riscos

Severidade, evidência, probabilidade e impacto.

03

Implicações para o deal

Pontos para preço, contrato, garantias e condições.

04

Plano pós-fechamento

Prioridades, esforço provável e sequência recomendada.

05

Anexo técnico

Detalhamento rastreável para o time que assumirá o ativo.

05 / MOMENTO DA TRANSAÇÃO

A pergunta certa muda conforme o deal avança.

01

Antes da LOI

Identificar red flags e calibrar a tese antes de comprometer exclusividade.

02

Em exclusividade

Aprofundar evidências e converter riscos em termos de negociação.

03

Antes do closing

Confirmar remediações, dependências e condições para uma transição segura.

04

Após a aquisição

Transformar o diagnóstico em governança, integração e plano de 100 dias.

06 / ANTES DE COMEÇAR

Perguntas que costumam entrar na sala.

Quanto tempo leva uma Technical Due Diligence?

O prazo depende do porte do ativo, da quantidade de sistemas, do acesso às evidências e do estágio da transação. O escopo e o cronograma são definidos após uma conversa objetiva sobre a tese e a janela do deal.

A empresa-alvo precisa ser uma empresa de software?

Não. Avaliamos qualquer negócio cuja operação, vantagem competitiva ou continuidade dependa de software, dados, infraestrutura ou fornecedores de tecnologia.

É preciso acesso ao código-fonte?

Para uma avaliação completa, normalmente sim. Quando o acesso é limitado, estruturamos uma análise por camadas e deixamos explícitos o nível de confiança, as restrições e os pontos que ainda precisam ser confirmados.

O relatório serve apenas para aprovar ou rejeitar a compra?

Não. Ele também apoia ajuste de preço, cláusulas e garantias, definição de condições precedentes, orçamento pós-fechamento e priorização da integração.

Como a Piego lida com confidencialidade?

Trabalhamos com acesso mínimo necessário, ambientes controlados e rastreabilidade, respeitando NDA, regras do data room e a estrutura de comunicação definida pelo deal team.

PRÓXIMO PASSO

O deal tem uma janela. O risco não deveria ter uma surpresa.

Conte o estágio da transação, o perfil do ativo e a decisão que precisa ser tomada. Começamos pela materialidade — sem apresentação genérica.

CONVERSA CONFIDENCIAL · CONTATO DIRETO COM ESPECIALISTAS
01 / BRIEF

Conte o contexto do deal.

Retornamos pelo contato informado para alinhar escopo, acesso e janela da análise.

Não envie credenciais, dados pessoais sensíveis ou segredos comerciais nesta etapa.

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