Technical Due Diligence · M&A
Antes do deal, conheça o risco técnico.
Uma leitura independente da tecnologia por trás do ativo — traduzida em risco, impacto financeiro e prioridade de decisão.
“A tecnologia sustenta o negócio que estou comprando?”
O código pode funcionar. O ativo ainda pode ser um risco.
Uma demonstração bem executada não revela uma arquitetura frágil, uma licença indevida, um fundador insubstituível ou uma infraestrutura prestes a multiplicar o custo.
A Piego investiga o sistema inteiro e separa limitação corrigível de risco estrutural. O resultado não é uma coleção de opiniões técnicas: é uma base de evidências para negociar, precificar, proteger o contrato e planejar os primeiros 100 dias.
Onde existe passivo técnico ou jurídico?
Quanto custará sustentar e escalar?
O time consegue continuar depois do fechamento?
De cada linha de código à capacidade de integração.
A profundidade acompanha a tese da transação. Investigamos o que pode comprometer continuidade, crescimento, segurança, propriedade e retorno.
Código e qualidade
Estrutura, padrões, testes, dívida técnica, complexidade e mantenibilidade.
Arquitetura
Acoplamento, decisões estruturais, integrações, dados e limites de evolução.
Infraestrutura e operação
Ambientes, cloud, observabilidade, disponibilidade, backup e custo recorrente.
Segurança e privacidade
Controles, vulnerabilidades, dados sensíveis, acessos e exposição operacional.
Propriedade intelectual
Autoria, contratos, dependências, open source e direito de uso do ativo.
Pessoas e conhecimento
Capacidade do time, dependência de indivíduos, documentação e sucessão.
Escala e performance
Gargalos, resiliência, crescimento projetado e custo para suportá-lo.
Economia da tecnologia
Custo de manutenção, exposição a fornecedores e cenários de reescrita.
Integração pós-aquisição
Compatibilidade, migração, governança e prioridades para os primeiros 100 dias.
Rigor técnico no ritmo da transação.
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01
Tese e materialidade
Entendemos a lógica do deal, o estágio da negociação e quais riscos podem alterar preço, termos ou decisão.
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02
Evidências, não apresentações
Repositórios, cloud, processos, documentação, contratos técnicos e conversas com pessoas-chave.
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03
Hipóteses testadas
Cruzamos código, arquitetura, operação e pessoas para validar causas, dependências e impacto provável.
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04
Decisão executiva
Transformamos achados em severidade, impacto, custo, recomendação e plano de ação — com sessão de leitura para o deal team.
Confidencialidade por desenho. Acesso mínimo necessário, rastreabilidade e adaptação à estrutura do data room e aos compromissos da transação.
Uma resposta que cabe na mesa de investimento.
Claro para quem decide. Profundo para quem executa.
Sumário executivo
O que muda a decisão, em linguagem de negócio.
Mapa de riscos
Severidade, evidência, probabilidade e impacto.
Implicações para o deal
Pontos para preço, contrato, garantias e condições.
Plano pós-fechamento
Prioridades, esforço provável e sequência recomendada.
Anexo técnico
Detalhamento rastreável para o time que assumirá o ativo.
A pergunta certa muda conforme o deal avança.
Antes da LOI
Identificar red flags e calibrar a tese antes de comprometer exclusividade.
Em exclusividade
Aprofundar evidências e converter riscos em termos de negociação.
Antes do closing
Confirmar remediações, dependências e condições para uma transição segura.
Após a aquisição
Transformar o diagnóstico em governança, integração e plano de 100 dias.
Perguntas que costumam entrar na sala.
Quanto tempo leva uma Technical Due Diligence?
O prazo depende do porte do ativo, da quantidade de sistemas, do acesso às evidências e do estágio da transação. O escopo e o cronograma são definidos após uma conversa objetiva sobre a tese e a janela do deal.
A empresa-alvo precisa ser uma empresa de software?
Não. Avaliamos qualquer negócio cuja operação, vantagem competitiva ou continuidade dependa de software, dados, infraestrutura ou fornecedores de tecnologia.
É preciso acesso ao código-fonte?
Para uma avaliação completa, normalmente sim. Quando o acesso é limitado, estruturamos uma análise por camadas e deixamos explícitos o nível de confiança, as restrições e os pontos que ainda precisam ser confirmados.
O relatório serve apenas para aprovar ou rejeitar a compra?
Não. Ele também apoia ajuste de preço, cláusulas e garantias, definição de condições precedentes, orçamento pós-fechamento e priorização da integração.
Como a Piego lida com confidencialidade?
Trabalhamos com acesso mínimo necessário, ambientes controlados e rastreabilidade, respeitando NDA, regras do data room e a estrutura de comunicação definida pelo deal team.
PRÓXIMO PASSO
O deal tem uma janela. O risco não deveria ter uma surpresa.
Conte o estágio da transação, o perfil do ativo e a decisão que precisa ser tomada. Começamos pela materialidade — sem apresentação genérica.
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